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Maria Cecília Azevedo Malheiro
Professora

	Tomou posse em 17/02/2001. Nasceu em 11 de Janeiro de 1937. Estudou na escola rural da fazenda onde morava e aos dez anos de idade foi para São Paulo estudar no colégio Sion de onde saiu formada como professora. No colégio era “dona da palavra” nas muitas cerimônias que aconteciam. Enquanto residiu na fazenda Santa Maria, fundou o jornalzinho da cidade de Dourado Estado de São Paulo, somando notícias do jornal com as informações do auto falante de praça da bucólica cidadezinha. Descreveu para o jornal Imprensa de São Carlos o evento Brasil 14.000 Km onde três cavaleiros de Dourado, sob comando de seu filho, atravessaram o país do Chuí (Rio Grande do Sul) ao Rio Oiapóque no estado do Amapá - norte do Brasil, onde este Rio divide o país com as Guianas. Por circunstâncias particulares, voltou para São João resgatando suas raízes, saboreando novas amizades. Escreveu seu primeiro livro "Lampejos", treinando suas palavras no jornal " O Município ", onde seu primo Joaquim Cândido (Quinzito) gentilmente ofereceu-lhe um espaço. Logo após, foi admitida na Academia de Letras, na presidência da Aparecidinha Mangeon Azevedo, ocupando a cadeira nº 40 e tendo como patrono Monteiro Lobato. No seu discurso de posse ressaltou as imortais figuras do grande escritor, no sítio do Picapau Amarelo, brincando com elas e vendo-as no balanço das redes das centenárias mangueiras que enfeitam o palco de sua vida.

Livro: Lampejos

Acadêmicos

Maria Cecília Azevedo Malheiro

 

Cadeira nº 40

 

Patrono: Monteiro Lobato

 

 

Acadêmicos antecessores:

1- Nelson Palma Travassos - Fundador. Jornalista e Editor. Nasceu em Santa Rita do Passa Quatro em 21 de novembro de 1903 e faleceu em 4 de dezembro de 1984. Foi um proprietário rural, jornalista e editor brasileiro. Foi colaborador dos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo. Iniciou a carreira jornalística no Rio de Janeiro, onde cursou o primeiro ano da Faculdade de Direito, transferindo-se em seguida para a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, na qual se bacharelou em 1928. Em 1927, fundou com o Dr. Noé Azevedo a Empresa Gráfica da Revista dos Tribunais e, após seu desmembramento, a Editora Revista dos Tribunais. Publicou inúmeros livros de grande significação cultural e literária. De sua autoria destacam-se Nos bastidores da literatura (1944), Nem tudo que reluz é ouro (1948), No meu tempo de mocinho (1961), Livro sobre livros (1978) e Minhas memórias dos Monteiros Lobatos (1974). Foi membro da Academia Paulista de Letras, tendo sido o terceiro ocupante da cadeira nº 18, e da Academia Paulista de Jornalismo, na qual ocupou a cadeira nº 35.

2- Carino Gama Corrêa Filho – Tenente-Coronel. Tomou posse em 23/08/1985. Nasceu em 5 de fevereiro de 1935, em São José do Rio Pardo/SP. Filho de Carino Gama Corrêa e Olympia Junqueira da Rosa Corrêa .

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